Posts Tagged ‘Cidade’

Faltam 17 metros na árvore

Mais um capítulo envolvendo a árvore da Beira-mar. O vereador João Amin contratou um topógrafo independente (imagens acima) para medir o brinquedo. E descobriu que a altura da árvore não é de 60 metros, como foi divulgado pela prefeitura, mas 42,98 metros. Mesmo considerando o pára-raios, a altura não ultrapassa 47 metros. Ou seja, garfaram 13 metros do enfeite natalino mais caro que já passou por Santa Catarina – R$ 3,7 milhões, sem retorno, porque a estrutura, depois das festas, volta aos seus proprietários.

Anúncios

A abertura da festa na Beira-mar

Pra que ninguém diga que escrevo sobre o que não conheço, fui lá conferir a árvore, na hora estipulada oficialmente – 19h30 – para ativação da iluminação. A dita não estava pronta. Homens ainda arrumavam a decoração, por dentro da estrutura de ferro. E o comentário geral era muito desanimador: as pessoas confessavam decepção com o que viam

A primeira imagem foi registrada pontualmente às 20 horas. Percebam que o passeio e a ciclovia foram interrompidos para isolar o local. Um erro técnico imperdoável numa cidade que precisa abrir mais espaços para as pessoas e as bicicletas.

A segunda imagem registra o show local de Malu Magalhães, que canta bem parecidinho com a Paula Toller. Valeu pela interpretação de “Vem Quente Que Eu Estou Fervendo”, clássico rock de Erasmo Carlos.

Na terceira imagem, um panorama geral da árvore, ainda sem funcionar plenamente, às 21h11.

Saí de lá depois que começou o show de Martinália, muito boa, como sempre. Mas deixei o lugar com a sensação de que faltou alguma ou muita coisa para que fosse a festa grandiosa prometida pela prefeitura.

Temporal (2)

Outra imagem do temporal, às 16h28 – registrada por meu irmão, Marcos, na baía Sul. “Dá para ver os vórtices arrancando vapor de dentro da água…”, diz ele no e-mail que me enviou.

Temporal

A chegada do temporal, às 16h32 de hoje: coisa feia, ventos fortíssimos, as janelas do meu prédio chegaram a trepidar.

A temperatura lá fora

O termômetro do meu notebook marca 34º  C às 16h15 desta quinta-feira. E este termômetro – que é on-line – costuma ser preciso. Dentro de casa, no velho termômetro de mercúrio, 29,5º C.

Acabo de ver no site da Epagri-Ciram que Florianópolis registrou 37,6º C às 14 horas de hoje. Tem sentido. Faz calor fora do normal neste momento. Ouvi em seguida, na CBN-Diário, o meteorologista Leandro Puchalski dizendo que em Criciúma, onde os termômetros marcaram 39,7º C às 14 horas, foi o dia mais quente do ano. Mais quente do que no alto verão.

O local da aposta

 

A CBN-Diário acaba de informar que o apostador que acertou as seis dezenas da Mega Sena fez seu jogo na lotérica Kiloto, localizada no Beiramar Shopping. É óbvio que o felizardo vai ficar na moita…

A pipoca da rodoviária

 

Li algo muito interessante no Notícias do Dia de hoje, página 3, sobre o flagrante abandono da Rodoviária Rita Maria. Expulsaram os lojistas para, na sequência, abrir uma licitação. Deixaram os usuários sem muitas alternativas de compras e o ambiente ficou com um pra lá de chulé, invadido constantemente por pedintes de toda espécie, inclusive usuários de crack e bebuns.

Está tudo muito complicado por lá. [A matéria é muito boa, assinada pelo repórter Róbinson Gamboa, disponível apenas nas bancas].

Entre várias questões que me chamaram atenção, destaco a história da banca de pipoca, que existe há pelo menos 20 anos. O Deter queria acabar com a venda de pipoca na rodoviária! Justamente o que ainda dava um ar de província, de aldeia, para aquele terminal! Absurdo. Talvez possam retirar o quiosque do meio do espaço, colocando-o num ponto mais discreto. Mas acabar com a pipoca, nunca! Que acabem com a vadiagem que circula no interior da rodoviária, jamais com a sagrada pipoca dos nossos sonhos infantis. Mas a vadiagem, vão dizer no Deter, não é problema deles. É da prefeitura. A prefeitura que, felizmente, não tem nada a ver com a Rita Maria.