Um fato liquidado

Ei-la, iluminada, nua e crua, por volta das 19 horas de ontem

Tive uma conversa muito interessante hoje com algumas pessoas inteligentes — quatro, para ser exato — e elas torceram o nariz quando o assunto descambou para a árvore de Natal da Avenida Beira-mar. Ninguém mais aguenta falar sobre esse tema, porque a maioria das pessoas com quem dialogo considera um fato liquidado: todas as ilegalidades cometidas serão punidas, no seu devido tempo, pela Justiça e pelo Tribunal de Contas.

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3 responses to this post.

  1. Esse é o grande problema criado pele dupla metralha Dário & Mário. Quanto tempo. 20 anos.
    Tipo as letras do Paulo Afonso. Todas as grandes capitais com suas festasa e árvores normais.
    Brasília e Florianópolis com esses escândalos. Uma vergonha. Os turistas chegando e a cidade imunda, engarrafada, com suas praias indo para o saco. A admistração DB vai ser lembrada por dezenas de anos.

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  2. Posted by GiSevero on 22/12/2009 at 16:50

    Eu prego que o terrorismo é absurdo, mas a vontade de tocar fogo nessa árvore…

    Meu sonho é que NINGUÉM vá à Beira Mar prestigiar essa sandice da dupla Dário&Mário…

    Eu queria muito acreditar nessa punição, também… mas, tá difícil!
    Pizza de árvore. Não falta mais nada…

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  3. Posted by Maria Aparecida Nery on 22/12/2009 at 17:19

    Menas, menas… eu conheci Florianópolis na década de 80. Vim de ônibus, passar o Carnaval, com três colegas de serviço. Ficamos hospedadas na casa de uma amiga, no continente, perto de onde hoje é a Cassol. A casa ficava na beira do mar: num labirinto de becos cujo esgoto desaguava diretamente no oceano. O movimento das águas mantinha aquilo tudo na beirada e ia formando uma plasta, um lodo preto, fedorento pra dedéu. Conhecewmos várias praias da Ilha, andando de ônibus, com longas esperas nas paradas, baldeações e o escambau. Num domingo, na volta da Barra da Lagoa para o Centro, pegamos o engarrafamento da Mole, desde a ponte da barra, sob sol de quase 40 graus no ônibus lotadinho de farofeiros do continente. Numa noite, no festerê da Praça XV, o céu desabou num toró, um aguaceiro dos diabos, faltou luz, a cidade parou. Tivemos que conseguir carona para voltar para casa, de madrugada, porque não tinha mais ônibus… quem era o prefeito? Sei lá! E de lá para cá, quem administrou até o Dário e seus metralhas assumirem? As dificuldades não eram muito diferente das de hoje. Mas Florianópolis nunca deixa de ser maravilhosa…

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