Que fim de ano, hem?

Que fim de ano em Santa Catarina, hem? Tem para todos os gostos, todos os partidos, todas as convicções, mas sobretudo tem bastante para as pessoas que ainda acreditam na Justiça, na democracia e na decência. Só perde – e se lamenta – quem, do alto de sua megalomania, pensava que era Deus e se julgava inatingível.

Como disse um amigo meu ontem: “Essa gente tem muita sorte. Mas sorte não é pra sempre; um dia o vento muda”. Ele se referia justamente aos desmandos que se tornaram comuns em Santa Catarina nos últimos quase sete anos e que, na Justiça, encontravam bons panos quentes para garantir alívio. Parece que, enfim, há homens e mulheres na Justiça dispostos a ouvir os clamores da opinião pública. Foi isso que aconteceu em relação ao despacho do desembargador Carlos Prudêncio, emitido ontem, derrubando as liminares que suspendiam os pagamentos da árvore mágica. Pegou mal. Tão mal, que o próprio desembargador reviu sua decisão durante a sessão do Pleno, hoje cedo.

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5 responses to this post.

  1. Posted by Marcelo on 16/12/2009 at 16:12

    Estou aqui com os meus olhos cheios querendo escorrer as lágrimas! Junto um sorriso expressando uma sensação incrível de que o bem sempre acaba por vencer o mal! Hoje com essa decisão, eu que pago religiosamente meus impostos, que clamo por um mundo melhor, com justiça e qualidade de vida de verdade ” por toda Santa Catarina”, não essa de mentira, que luta cada dia pela sobrevivência, estou orgulhoso de ser mané, o mané da Florianópolis de águas limpas, de ruas bem calçadas e seguras, de boas escolas, boa saúde, uma Florianópolis dos meus sonhos! Parabéns a todos os manés, que como eu, não dependemos de política para sobreviver, que estamos assistindo a tudo de camarote e neutros e por isso nos chateamos com a politicagem e corrupção que está nos assombrando! Estou de alma lavada e no compasso de espera por mais justiça! Viva Florianópolis! E incito a todos os manés que nas festas na beira mar usem nariz de palhaço e uma fita preta ao braço como foi contra O Collor! Um protesto digno de uma gente que luta por uma Florianópolis melhor!

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  2. Posted by MGS on 16/12/2009 at 17:11

    “O preço da liberdade é a eterna vigilância”. Resistir é preciso. Abs

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  3. Posted by J.L.CIBILS on 16/12/2009 at 18:42

    Sou Mané adotado e nao fico de camarote e nem neutros, nao tem como ficar quieto e nao fazer nada, tem momentos que o radicalismo é prudente, a forma que muitos encontram é denunciando nos meios virtuais, pois a midia estabelecida e formal, é conivente, tem intereses comerciais.
    Ficar no canto esperar a vontade passsar, nao dá, tem que botar a merda no ventildor e ver no que vai dar.
    Estamos cheios de exemplos dos blogueiros, que estao de plantao 24 horas, a nossa vigilancia é ferrenha, nao deixem rabo, que sinao, vai pro vinagre!!!

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  4. Posted by Yuri on 16/12/2009 at 22:34

    Eu sou mais pessimista e penso que os acontecimentos podem ser olhados de duas maneiras: Uma, a ideal, é que acabou a festa para o pessoal que acha que tudo pode; outra, a que penso ser a real, é que foi necessário um escárnio gigantesco como esse escândalo da árvore para que a justiça se pronunciasse. Isso talvez seja entendido como o “limite” para as ações descaradas desse pessoal. O problema é que esse limite foi além do impensável. Se foi preciso mais de um mês de pressão de meia-dúzia de Jornalistas e seus blogs e leitores, mesmo com tantas e fartas provas, alguma coisa não está correta. Por quê a grande mídia funcionou sempre à reboque de uma meia-dúzia? Por quê sempre deram conotação política para o escâdalo, mas com viés negativo para a oposição, e não para os atores dos acontecimentos? Por quê deram palco e microfone durante um mês inteiro para que estas mesmas pessoas tentassem ludibriar a população?
    Continuo achando que esse povo pensa que tem “licença para matar”, de tão escancarados os desmando da administração municipal e estadual, sem que nada tenha lhes acontecido, seja politicamente (mídia) ou juridicamente (moribundos). Essa é a raiz do problema. Estes passarão e outros virão, e enquanto esta promiscuidade continuar, seremos os mesmos reclamando de outros, mas pelos mesmos motivos…

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  5. São tantos crimes .Começou com o incêndio do Papail Noel de Camboriú, feito de isopor por uma serralheria de São José . Fizeram uma solda na estrutura e virou carvão. A empresa não tinha seguro e o povo de Camboriú marchou com a grana. Não previram na licitação. E os caras não tem capital. Devem ter pago um boa propina para o passarinho verde

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