Segurança é um caso de polícia

Não posso deixar de recomendar uma leitura: matéria no DC (aqui) que comprova aquilo que já discutimos aqui – a PM está relaxando no policiamento da Capital. Diz o título da matéria:

PM

Não é de chorar? E depois não querem (os governistas) CPI para investigar a segurança pública em Santa Catarina. A segurança pública no Estado é um caso de polícia (e Justiça).

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5 responses to this post.

  1. Posted by Sergio Luiz da Silva on 12/11/2009 at 12:15

    Damião, o problema é aquela região da Bocaiúva – pelo que pude ler. Atritos entre PM e GM. Aquela área está uma zona completa. Experimente passar ali na Altamiro por volta das 22 horas. “Trebados”, veículos sobre as faixas de pedestres, calçadas, ciclofaixa, cones demarcando áreas, etc. e tal. Durante o dia a coisa é um pouquinho menos complicada. Mas, aquela faixa junto a Pizzaria, no final da Altamiro é lugar cativo de um bólido amarelo. Todos os dias. Cadê as autoridades? Nas ôropas desaprendendo. Recentemente, em viagem, vi um veículo com as rodas travadas – uma Mercedes black, tinindo. Infração: parte dela estava sobre a desrespeitada faixa de pedestre. Dois policiais aguardaram a chegada do feliz(in) motorista. Uma festa. Bafômetro, olhometro, guincho e lá foi o bólido. Certaman, noutras terras. Aqui, a coisa seria, digamos, sei lá… como está – impunemente ignorada. Ah, aquela região da Bocaiúva possui uma espécie de confraria que sonha ser Oscar Freire…

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  2. Posted by Helio on 12/11/2009 at 13:17

    Olá Damião. Meu ponto de vista: para os oficiais da PM, só compete a ela (PM) a segurança pública. Nem a Civil, nem a Federal, muito menos a GM, que está começando a se firmar, nem Deus. Onde eles (PM) puderem avançar, eles avançam. Na visão dos oficiais, nem grama se criaria sem a “autorização” deles. São mentes obtusas, arcaicas, moldadas pelo militarismo, que, inexoravelmente, vai terminar dentro da PM, o que faz os oficiais arrepiarem os cabelos. Digo mais: na segurança pública, estes oficiais são “descartáveis”, eis que são uns vadios. Já viste algum oficial, com aqueles “macarrões”, estrelhas, medalhinhas, fazendo alguma coisa (na segurança pública), sem ser comparecer em solenidades? É muito coronel, major, tenente-coronel, etc., e a sociedade (nem eu) sabe o que eles fazem ou para que servem (mas ganham muuuuito bem). É resquício de ditadura e, como já frisei acima, vai terminar mais cedo que imaginam. Vide os anseios da sociedade explanados no último CONSEG.
    Abração.

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  3. Posted by Yuri on 12/11/2009 at 16:16

    Esse é o policial “Dário Roxo” ?

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  4. Posted by Junior on 12/11/2009 at 20:31

    então não chamaram o “hominho da lei”….ó coitado, ficou magoadinho…..kkkk. é uma piada mesmo a PM… tem que fazer uma limpa nestas “cabeças (im)pensantes”…. pobre dos praças, os quais trabalham….a população quer PMs nas ruas, alias, caso os ofices não saibam ESTA É A FUNÇÃO DA PM e QUE ELES TEM QUE FAZER TAMBÉM ! AFINAL … para que tantos ofices ? o que eles fazem ? para que tanto tinente, majar, corona, quepitão ? servem apenas para onerar “a folha do Estado, para se meterem em funções que não lhes dizem respeito (funções exclusivas da PC e da PF). O dinheiro que é gasto para “sustentar as fivelinhas de ouro” é deixado de pagar a quem realmente faz a segurança, ou seja, os praças e os agentes da Polícia Civil…. fora militares,,,, seu tempo já acabou…. não tem mais função…. o desespero toma conta!

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  5. Posted by Arnaldo on 12/11/2009 at 23:06

    Polícia Militar, Guarda Municipal, Ministério Público, Tribunal de Contas, Tribunal de Justiça, Prefeitura, Governo do Estado, o que importa? Todos estão tão sem crédito mesmo. E é uma “falta de vergonha na cara” tão grande, que eles nem se importam em dar mais uma entrevista desmentindo aquilo que falaram, aquilo que foi gravado.
    Quando, em toda a história da gloriosa Polícia Militar do Estado de Santa Catarina se viu oficiais graduados envolvidos em tão vexatórias situações, como nestes últimos tempos?
    É o final dos tempos, ou melhor, das Instituições, ou melhor ainda, do Estado Sociedade.
    Tudo agora são negócios, interesses, acordos, esquemas, campanhas.
    Parafraseando o Boris Casói:”Isso é uma vergonha”.

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