A zona (que não é a azul) continua

Vamos à verdade sobre a Paulo Fontes: tudo funciona muito bem no horário de trabalho dos guardas municipais. Depois que eles vão embora, o que acontece? Os carros invadem a avenida, derrubam os cones e voltam a trafegar normalmente, inclusive táxis, no sentido Beira-mar – Centro. Eu vi isso acontecer no domingo à noite, quando voltei de viagem.

Vão fazer calçadão? Que bonito, humano, civilizado. Mas vão colocar alguém para cuidar? Claro que não. Vejam o que acontece na Rua João Pinto: automóveis particulares trafegam o tempo inteiro, pra cá e pra lá, como se a rua continuasse sendo dos carros. No calçadão central da Felipe Schmidt são os caminhões de carga dos grandes magazines e os carros-fortes que transportam dinheiro. Usam e abusam do espaço exclusivo dos pedestres. E não há um policial militar, um guarda municipal, alguém que ponha ordem na coisa. O que me leva a repetir um bordão que lancei aqui outro dia: Florianópolis virou uma zona.

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One response to this post.

  1. Posted by Helio on 03/11/2009 at 8:46

    Calma, Damião. Se servir de consolo (acho que não), não é só Floripa que está uma zona. O que tem de cidade por aí jogada as traças…
    A grande maioria dos políticos fazem tudo para se eleger. Depois de eleitos, dane-se o resto!
    PS.: O “resto”, na visão deles, somos nós.

    Responder

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