Dona Rose fala

 

ND – Houve comentário de que a sua separação do prefeito foi jogada política. O que a senhora teria a dizer?

Rose Bartucheski Berger – Esse não foi o único boato que saiu. Acho que existem pessoas que sobrevivem com esse tipo de atitude. Eu não me importei nenhuma vez com nenhum comentário, pois acho que a partir do momento que agimos com a consciência e o coração tudo o que fazemos faz bem para nós. O Dário é uma pessoa maravilhosa, encantadora e temos uma ligação que será para o resto da vida, que é um filho, e mostra a importância do casamento de quase 15 anos. O que houve foi um desgaste comum e normal como em todos os casamentos que acabam em separação. E, como eu sou uma pessoa muito verdadeira, a separação partiu muito mais de mim do que dele. Fui em busca de algumas respostas, pois às vezes queremos saber se a nossa vida está legal, se é isso que queremos. A ausência de um político na família é muito grande, porque se dedica praticamente 100% do tempo à vida pública. E essa falta foi um fator determinante em nossa separação, mas da minha parte não tenho nada a reclamar. E o nosso filho ficou comigo e com ele, optamos por guarda compartilhada.

Trecho da entrevista concedida pela ex-primeira-dama de Florianópolis, Rose Bartucheski Berger, à repórter Roberta Kremer. Está no Notícias do Dia, páginas 10 e 11, edição deste fim de semana. (Não disponível na Internet, apenas na edição impressa).

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4 responses to this post.

  1. Posted by Luciane Lazzarin on 06/06/2009 at 18:37

    Não é jogada política e ela não retirou o sobrenome do marido? Me engana que eu gosto? Esse tipo de atitude é de uma mediocridade doentia. Se não fosse jogada ela teria respeito por si mesma usaria o seu nome e não o dele. Estamos no século XXI, mulher ou homem adicionar o sobrenome é deprimente, mas não tirar ao se separar é falta de auto-estima ou cretinice.
    Colucci

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  2. Posted by Luiz Fernando on 07/06/2009 at 10:09

    Já estão preparando-a para candidatar-se após a cassãção do marido, eu disse marido.
    É uma situação parecida com a do Raimundo Colombo, que separor-se da mulher, não pelas amantes mas para poder concorrer à sucessão do cunhado, que de fato continuou sendo cunhado!

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  3. Posted by Cesar Laus on 08/06/2009 at 14:23

    Tem comentário curculando que fala em motorista, Sabes alguma coisa?

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  4. Posted by Reginaldo on 11/06/2009 at 6:45

    Esse casamento deles todo mundo sabe que desde o início foi um arranjo político, naquele momento que ele iniciava a vida pública tinha que parecer ser um homem casado e agora o final é um outro arranjo político.

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